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Clipping - 07/11/2017


CDL de Florianópolis

CBN Diário: Notícia na Tarde
Pauta: Jovens que Fazem a diferença
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Rádio Guarujá: Jornal Conexão
Pauta: Jovens que Fazem a diferença
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Fonte: Hora de Santa Catarina


Geral

Fonte: Notícias do Dia

Prefeitura de Florianópolis diz que não haverá repasse público para o Carnaval 2018

Um edital será lançado para que empresas privadas direcionem R$ 1,5 milhão para os desfiles na Nego Quirido

O prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, definiu na tarde desta segunda-feira (6) como será a realização dos desfiles das escolas de samba em 2018. De acordo com a Prefeitura, não haverá repasse de recursos próprios do município para as escolas de samba. Segundo nota emitida pela assessoria de imprensa do município, administração lançará um edital para que empresas interessadas em explorar o espaço no Centro da cidade para shows, nos moldes do ano anterior, direcione aproximadamente R$ 1,5 milhão para os desfiles na passarela Nego Quirido.


Fonte: Notícias do Dia

Trabalhos da nova etapa da obra da Ponte Hercílio Luz começam no lado continental

O governador Raimundo Colombo acompanhou o lançamento da nova fase das obras que começaram na noite de segunda-feira (6)

Mais um importante passo foi dado no processo de restauração da ponte Hercílio Luz, no final da noite desta segunda-feira (6). Equipes da empresa Teixeira Duarte realizaram o corte de oito barras de olhal, que são as peças que transmitem as cargas até o maciço de ancoragem do lado continental. Os trabalhos começaram por volta das 22h40 e têm a previsão de durarem entre três e quatro horas. O trânsito de veículos não precisou ser interrompido e apenas o morador da residência mais próxima da cabeceira continental foi orientado a dormir fora de casa por causa da operação.

A estimativa da equipe comandada pelo engenheiro do Deinfra (Departamento Estadual de Infraestrutura) Wenceslau Diotallévy é que nesta quarta-feira (8) sejam feitos outros oito cortes, nas barras localizadas na região da Ilha. “É como se fosse um fio de barraca, aquele que fica esticado. São barras que fazem a ligação, na terra, que ligam os maciços. Nós estamos cortando essa ligação”, resumiu Wenceslau.

Conforme o cronograma, o processo atual é dividido em duas etapas que partem das remoções que tiveram início ontem e seguem amanhã. Na sequência, as demais barras da ponte serão removidas em um prazo total de 60 dias. No total, são 360 barras a serem removidas.

O governador Raimundo Colombo acompanhou o trabalho desde às 21h30 e lembrou que a parte mais crítica já passou, mas entende como “desafiadora” a atual etapa. “Estamos ansiosos, mas seguros de que dará tudo certo. Trata-se de uma fase bem desafiadora já que depois desse processo, aí sim começa a ser reconstruída a nova ponte”, projetou.


Fonte: Notícias do Dia

Temer destaca urgência da reforma da Previdência e diz que se mantém empenhado

Aos líderes aliados, o presidente demonstrou "gratidão" pelo apoio ao governo e ressaltou que a reforma da Previdência não é dele, mas sim compartilhada

O presidente Michel Temer afirmou hoje (6) que continuará empenhado e trabalhando pela reforma da Previdência, mesmo que a sociedade, a mídia e o Congresso Nacional não demonstrem interesse em mudar as regras para aposentadoria do país. Na abertura de reunião de líderes da base aliada da Câmara dos Deputados, Temer ressaltou a urgência e a relevância da reforma da Previdência e também agradeceu o apoio da base a seu governo.

Aos líderes aliados, o presidente demonstrou "gratidão" pelo apoio ao governo e ressaltou que a reforma da Previdência não é dele, mas sim compartilhada, e necessária não apenas para o futuro, mas para o presente do país.

“Ela, a reforma da Previdência, não é minha, não é pessoal, e a essa altura é do governo, mas compartilhada. Se, em um dado momento, a sociedade não quer, a mídia não quer e a combate, e naturalmente o Parlamento, que ecoa as vozes da sociedade, não quiser aprova-la, paciência. Eu continuarei a trabalhar por ela, porque sei da importância da reforma da Previdência. Não é apenas em função de uma coisa de futuro, mas de uma coisa para já”, afirmou Temer.

Em uma crítica à imprensa, Temer afirmou, que mesmo se a reforma não seja aprovada, seu governo terá dado certo. “A reforma da Previdência é a continuação importante, fundamental para fecho das reformas que estamos fazendo. Continuarem empenhando nela, trabalharei muito por ela. Por mais que não se consiga fazer tudo, se permita que quem venha depois, mais adiante, que possa fazer uma nova revisão da Previdência Social”.

Para Temer, somente a reforma possibilitará ao país retomar os investimentos que vão impulsionar a geração de empregos. Sem uma reformulação previdenciária, disse Temer, haverá dificuldade na refotomada dos empregos e dificuldade nos investimentos governamentais, porque tudo estará direcionado para cobrir o déficit. "Muitos pretendem derrotá-la, porque, derrotando-a, derrotam o governo, mas não é verdade: derrotam o Brasil”, afirmou o presidente.

Sem citar nomes, o presidente destacou que seu governo conseguiu derrotar, com a ajuda do Congresso, “aqueles que pretendiam colocar o Brasil em uma crise política” e “derrubar o presidente da República”.

“Vocês se lembram que urdiram-se muitas tramas para derrubar o regime posto. Quero aqui mencionar as duas denúncias que foram desautorizadas pela Câmara dos Deputados, mas hoje, como está robustamente, enfaticamente, fortemente, relevantemente demonstrado, era uma articulação que tinha este objetivo, mudar o governo para um objetivo mesquinho, minúsculo, menor, que era impedir que o presidente pudesse nomear o sucessor daquele que ocupava a Procuradoria-Geral da República, acusou Temer. “E digo isso em voz forte, com letras garrafais”, enfatizou.

Empolgação

Citando número da economia e várias propostas enviadas pelo governo e aprovadas pelo Congresso, como a PEC dos Teto dos Gastos, a reforma do ensino médio a reforma trabalhista, a mudança da participação obrigatória da Petrobras no pré-sal, a reestruturação das estatais e o parcelamento da dívida dos estadoa, Temer se disse empolgado para continuar governando o país e aprovano mais reformas, além da previdenciária, a simplificação da carga tributária do país.


Fonte: Diário Catarinense

Inflação da baixa renda sobe 0,42% em outubro, aponta FGV

O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) subiu 0,42% em outubro, após a deflação de 0,25% registrada em setembro, informou nesta terça-feira, 7, a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação dos preços entre famílias com renda mensal entre 1 e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 1,89% no ano. Em 12 meses, a taxa do IPC-C1 ficou em 2,14%.

Em outubro, o IPC-C1 ficou acima da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre 1 e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), que teve alta de 0,33% no mês. No acumulado em 12 meses, porém, a taxa do IPC-BR foi superior, aos 3,16%.


Fonte: Diário Catarinense

Secretaria de Infraestrutura de SC conclui estudo sobre locais para desembarque de cruzeiros em Florianópolis

O secretário de Infraestrutura de Santa Catarina Luís Fernando Cardoso, o Vampiro, entrega na manhã desta terça-feira ao prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, o estudo de batimetria concluído e já aprovado pela Capitania dos Portos. A análise, que é uma radiografia do mar e define a possibilidade dos locais receberem navios de cruzeiro, foi feita em três pontos no Norte da Ilha — dois em Jurerê e um em Canasvieiras.

A batimetria é o primeiro passo para que uma cidade possa contar com a atracação dos navios. O estudo durou cerca de quatro meses e confirmou que os pontos podem receber transatlânticos. A partir de agora, prefeitura e governo do Estado devem buscar autorizações e regulamentações com órgãos como a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para viabilizar a operação. A expectativa é de que um navio-teste desembarque na Capital até o fim desta temporada de transatlânticos no Brasil, que vai até meados de abril de 2018.

A profundidade mínima para segurança da navegação é 11 metros, permitindo a entrada de embarcações como a Preziosa, da MSC, o maior a operar na costa brasileira, com capacidade para 4,5 mil passageiros.

Porto Belo abriu a temporada de cruzeiros em SC no último domingo, quando a cidade recebeu aproximadamente 800 passageiros do navio Sirena, da Companhia Oceania Cruises. No total, serão 18 escalas até março, 12 a mais em comparação a última temporada, com cerca de 40 mil pessoas no município. O próximo transatlântico a chegar é o MSC Preziosa, no dia 20 de novembro, com mais de 4 mil passageiros a bordo, sendo o maior navio da escala desta temporada.

Em Balneário Camboriú, o Atracadouro Barra Sul já tem 20 escalas de transatlânticos confirmadas para esta temporada e pelo menos 10 confirmadas para a temporada seguinte, entre o final de 2018 e o início de 2019.


Fonte: Diário Catarinense

Petrobras corrige: reajuste da gasolina é de 2,3% e do diesel, 1,9%

O Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) da Petrobras decidiu nesta segunda-feira (6) autorizar reajustes de 2,3% para a gasolina e 1,9% para o diesel, uma vez que foi atingido, para a gasolina, o limite superior de variação de 7% fixado pela política de preços da companhia para decisões da área técnica. O reajuste entra em vigor à zero hora desta terça-feira (7). Mais cedo a estatal havia divulgado índices incorretos de reajuste para esses combustíveis.

Segundo a estatal, o reajuste foi causado principalmente pelo aumento das cotações dos produtos e do petróleo no mercado exterior, influenciado pela geopolítica internacional, assim como pela continuidade da política de contenção da oferta pela Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). Além disso, verificou-se uma depreciação do valor do real frente ao dólar.

A avaliação dos representantes do GEMP é que a política de preços definida pela Petrobras tem sido capaz de garantir a "aderência dos preços praticados pela companhia às volatilidades dos mercados de derivados e ao câmbio".

Com os ajustes definidos nesta segunda, a área de marketing e comercialização da Petrobras volta a contar com uma faixa de -7% a +7% para operar os movimentos de preços necessários ao longo do mês. Caso este limite seja novamente ultrapassado, o GEMP realizará novas reuniões ao longo do período. As reuniões de avaliação do GEMP são realizadas, no mínimo, uma vez por mês.


Fonte: SPC Brasil

Confiança da micro e pequena empresa atinge 52,7 pontos, a melhor marca desde 2015, apontam SPC Brasil e CNDL

Indicador que avalia as condições atuais também apresenta melhora. No total, 65% dos micro e pequenos empresários acreditam que seus negócios vão apresentar desempenho positivo nos próximos seis meses; para metade, faturamento irá crescer

Com sinais graduais de uma retomada econômica, os empresários de menor porte estão aos poucos enxergando condições mais favoráveis para seus negócios. O Indicador de Confiança do Micro e Pequeno Empresário calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) alcançou 52,7 pontos no último mês de outubro, a sua melhor marca desde meados de 2015, início da série histórica. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 demonstram uma prevalência de otimismo entre os micro e pequenos empresários.

Confiança da micro e pequena empresa atinge 52,7 pontos, a melhor marca desde 2015, apontam SPC Brasil e CNDL

Indicador que avalia as condições atuais também apresenta melhora. No total, 65% dos micro e pequenos empresários acreditam que seus negócios vão apresentar desempenho positivo nos próximos seis meses; para metade, faturamento irá crescer

Com sinais graduais de uma retomada econômica, os empresários de menor porte estão aos poucos enxergando condições mais favoráveis para seus negócios. O Indicador de Confiança do Micro e Pequeno Empresário calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) alcançou 52,7 pontos no último mês de outubro, a sua melhor marca desde meados de 2015, início da série histórica. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 demonstram uma prevalência de otimismo entre os micro e pequenos empresários.

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, o crescimento do indicador reflete a melhora no consumo das famílias e dos indicadores de vendas do comércio e serviços. “As expectativas geradas pelo fim do ano e, sobretudo, a melhora já observada no desempenho dos negócios contribuem para essa sensível mudança de perspectivas. As reformas estruturais que estão na pauta podem consolidar a melhorado ânimo dos empresários, ao criarem melhores perspectivas para a economia” explica Pinheiro.

De acordo com o levantamento, o componente do indicador que mais se elevou foi o das condições gerais, que avalia a percepção dos empresários sondados sobre a performance da economia e das suas empresas nos últimos seis meses. Em janeiro de 2017, metade dos empresários (51%) diziam que a situação de seu negócio havia piorado. Em outubro, esse percentual caiu para 38%. De forma complementar, a proporção dos que observavam melhora no início do ano era de 16% e, agora, passou para 24%.

“Ainda assim, a economia opera num nível ainda muito distante daquele observado antes da crise. Estamos falando em um otimismo comedido, que se ancora em sinais discretos de que a pior fase da crise ficou para trás. Isso não significa que estamos em uma plena retomada para o patamar pré-crise”, pondera a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Indicador de Condições Gerais cresce para 39,2 pontos e Expectativas atingem 62,7 pontos em outubro

O Indicador de Confiança do Micro e Pequeno Empresário é composto de dois outros indicadores: Indicador de Expectativas, que busca medir o que os empresários aguardam para os próximos seis meses e o Indicador de Condições Gerais, que mede a avaliação que os empresários fazem dos últimos seis meses. Em outubro de 2017, o Indicador de Expectativas marcou 62,7 pontos – em setembro, estava em 60,7 pontos. Já o Indicador de Condições Gerais marcou 39,3 pontos, a melhor pontuação nesse quesito desde o início da série, em maio de 2015. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, mais otimistas estão os empresários.

O levantamento demonstra que, de modo geral, os empresários adotam uma postura mais positiva ao analisar o próprio negócio do que as condições da economia do país como um todo. No caso da avaliação dos últimos seis meses, o desempenho da economia registrou 34,6 pontos em outubro, ao passo que o desempenho dos negócios pontuou 44,1 pontos. Em ambos os casos houve melhora tanto na comparação com o mês anterior quanto frente ao mesmo mês do ano passado.

Já no caso das expectativas para os próximos meses, a dimensão da economia mostrou 57,6 pontos e a dos negócios 67,8 pontos.

48% dos micro e pequenos empresários estão confiantes com futuro da economia

Embora 57% dos micro e pequenos empresários considerem que a economia piorou nos últimos seis meses, 48% mostram-se confiantes com os próximos seis meses. Pensando no desempenho dos negócios, 38% notaram piora recente na performance das suas empresas, mas um percentual de 65% demonstra confiança com relação ao futuro. Apenas 10% estão pessimistas nesse caso.

De acordo com o levantamento, 44% dos micro e pequenos empresários que estão otimistas com a economia não sabem explicar a razão desse sentimento positivo, apenas acreditam que coisas boas devem acontecer. Outros 26% mencionam a melhora de indicadores econômicos e 11% acreditam na resolução da crise política.

Como ocorre no caso daqueles que possuem boas perspectivas com a economia, a maior parte dos otimistas com o próprio negócio não sabe ao certo explicar as razões desse sentimento (26%). A boa gestão dos negócios deve ajudar no desempenho da empresa para 23% dos entrevistados. O indicador ainda revela que mais da metade (53%) dos micro e pequenos empresários esperam crescimento no faturamento do seu negócio e 37% aguardam estabilidade. Apenas 6% desses entrevistados projetam queda nas vendas.

Na outra ponta, entre os pessimistas com a economia, a questão política ganha destaque: 42% estão preocupados com os rumos da economia por haver incertezas na esfera política. Entre aqueles que notaram, nos últimos seis meses, piora no desempenho de seus negócios, a queda das vendas é o sintoma mais evidente, mencionado por 75% da amostra.

O temor de que a crise econômica continue ainda é fonte de pessimismo com o futuro dos negócios. Entre os empresários que não se mostram confiantes com o futuro de sua empresa, mais da metade (58%) aponta esse receio como a causa principal. Esses empresários também mencionam a queda acentuada das vendas (17%).

Metodologia

O Indicador e suas aberturas mostram que houve melhora quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica que houve percepção de piora por parte dos empresários. A escala do indicador varia de zero a 100. Zero indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais da economia e dos negócios “pioraram muito”; 100 indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais “melhoraram muito”.


Fonte: Veja

Empresas têm dúvidas sobre aplicação da reforma trabalhista

Uma das principais dúvidas é sobre adoção do regime intermitente, que permite contratar funcionários por períodos específicos de tempo

A reforma trabalhista entra em vigor no próximo dia 11. Sancionada em julho, a atualização da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) permite novas formas de contratação, de demissão e dá novo peso às relações entre sindicatos e empresas. A partir de agora, o negociado prevalece sobre o que está previsto na legislação.

Para aplicar as mudanças às rotinas trabalhistas, as empresas começaram a se preparar desde julho. “Setenta por cento das empresas que atendemos implementaram projetos de modernização de pessoal”, diz o especialista em direito trabalhista Carlos Eduardo Dantas Costa, sócio do Peixoto & Cury Advogados.

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