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Resgate da cidadania

Videorreportagem mostra com detalhes a situação vivida pelas pessoas em situação de rua de Florianópolis e o trabalho que vem sendo coordenado pelo Ministério Público catarinense

"O que a gente vê são pessoas convivendo em meio ao lixo, em meio a detritos, em meio a esgoto, com extrema vulnerabilidade. É um trabalho complexo, porque são demandas sociais que não foram e que não estão sendo atendidas", explica o Promotor de Justiça Daniel Paladino, ao ver a situação dos moradores de rua no Centro de Florianópolis no último mês de maio. Desde 2012, ele coordena o Grupo Permanente em Defesa das Pessoas em Situação de Rua.

O objetivo do grupo é orientar os cidadãos na busca por serviço especializado e em questões de higiene pessoal, saúde e limpeza do ambiente utilizado. Mais de dez instituições da capital fazem parte do grupo ¿ entre elas, a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Florianópolis. Segundo o gestor de negócios Hélio Leite, o grupo usa da criatividade para dividir os recursos e implementar seus objetivos.

Em oito minutos de reportagem, o vídeo produzido pela equipe de Comunicação do Ministério Público retrata as visitas que acontecem semanalmente no Centro da cidade. Entre os integrantes do grupo está o médico da Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis Matheus Pacheco de Andrade. Em meio à água represada embaixo da Ponte Colombo Salles, ele explica o seu olhar perplexo: "A condição de rua em si não é um risco; muitas vezes é uma escolha, muitas vezes é uma situação em que a pessoa caiu. Aqui, os desafios são mosquitos transmissores de doenças, ratos, doenças infectocontagiosas. Proteger as pessoas que, por escolha ou necessidade, estão à margem da sociedade é proteger a sociedade como um todo".

Clique aqui e confira a videorreportagem.

Texto e Vídeo: MPSC.

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