Clipping - 29/08/2017


CDL de Florianópolis

CBN Diário: Notícia da Tarde
Pauta: Beach Clubs
Clique aqui para assistir na íntegra.


Fonte: Notícias do Dia - Fábio Gadotti


Fonte: Notícias do Dia - Janine Alves


Geral

Fonte: Notícias do Dia

Ministério Público faz nova ação com moradores em situação de rua, em Florianópolis

Região Central de Florianópolis é o foco de trabalho desta terça-feira

A segunda força-tarefa para tentar retirar moradores em situação de rua será realizada nesta terça-feira (29), no Centro de Florianópolis. Segundo um dos organizadores da ação, o promotor de Justiça Daniel Paladino, os trabalhos devem começar no Terminal Rita Maria e seguir pela Avenida Governador Gustavo Richard até a área entre as duas pistas do túnel Antonieta de Barros, na Prainha. Pelo menos 15 entidades fazem parte do Grupo Permanente de Defesa a Pessoas em Situação de Rua, capitaneado pelo Ministério Público de Santa Catarina.

O local, que dá acesso ao Sul da Ilha, chama a atenção pela quantidade de pessoas em situação de rua e pela grande quantidade de lixo acumulado. “O objetivo desta ação, assim como as outras que vem sendo realizadas, realizar a limpeza do local, além de identificar e encaminhar as pessoas para o serviço que necessita, seja uma atenção social, de saúde ou até mesmo viabilizar o retorno para a cidade de origem, se esse for o desejo dela. Há também a preocupação em garantir que o local, que faz parte da cidade e de todos, não seja ocupado pelo consumo e tráfico de droga”, enfatiza Paladino.

No último dia 15, o grupo que contou com representantes da Polícia Militar e da Guarda Municipal de Florianópolis, Conselho de Segurança do Centro da Capital, CDL, Comcap, Secretaria de Assistência Social, Secretaria de Saúde, Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Floram, entre outras entidades parceiras, atuou na Avenida Josué di Bernardi, no limite entre Florianópolis com São José, em baixo do viaduto de Campinas. Na ocasião, o local foi limpo, 15 pessoas foram identificadas e oferecidos atendimentos, porém nenhuma quis encaminhamento, e barracos de lona foram destruídos.

Na manhã desta segunda-feira, a equipe de reportagem voltou até o local para verificar a situação. Nenhum morador em situação de rua foi encontrado no local, que continuava limpo. Conforme Paladino, o cenário de hoje do local, é um sinal de que a ação deu certo, e que o trabalho continua, como de fiscalização e de manutenção da limpeza. “Diariamente, várias vezes por dia, está sendo feito o monitoramento neste local, com o trabalho da Secretaria do Continente e o 22º Batalhão de Polícia Militar. Agora vamos fazer esse trabalho aqui na região Central. Há vários pontos a serem trabalhados. Vamos continuar discutindo com os órgãos envolvidos, que trazem os desejos das comunidades também”, comenta.

Paladino reforça que o trabalho deve ser permanente, em toda a cidade, já que há resultados e o desejo de uma sociedade mais organizada. “Queremos garantir segurança a todos e dar toda a assistência para que os moradores em situação de rua possam ser reinseridos na sociedade”, comenta. O promotor de Justiça garantiu ainda que praticamente os todos os órgãos que estiveram envolvidos na ação do viaduto de Campinas vão participar novamente nesta terça, com exceção das entidades que fazem parte de São José.


Fonte: Notícias do Dia

Comcap divulga calendário de coleta gratuita de lixo pesado para setembro em Florianópolis

Serviço de recolhimento de lixo pesado é gratuito nas datas previamente marcadas; para o mês estão programadas cinco ações em bairros do Sul, Norte e Leste da Ilha

A coleta de resíduos volumosos da Prefeitura de Florianópolis, por meio da Comcap (Companhia Melhoramentos da Capital), vai realizar cinco ações em setembro. De acordo com o gerente da Divisão de Remoção, Ricardo Nunes, vão ser atendidas as famílias instaladas no Pântano do Sul, Balneário dos Açores, Solidão, Costa de Dentro, Ribeirão da Ilha, Freguesia do Ribeirão, Caiacanga e Caieria da Barra do Sul. Na região Norte e Leste, as coletas serão realizadas nos bairros Rio Vermelho Norte e Barra da Lagoa.

A coleta de resíduos volumosos é feita conforme calendário anual, com previsão de calendário até dezembro. Segundo o gerente do Departamento de Coleta, engenheiro sanitarista Ulisses Bianchini, neste ano já foram recolhidas 715 toneladas nos roteiros de coleta domiciliar de volumosos.

Latas, pneus, móveis, eletrodomésticos, podas de árvores (cortar e amarrar), madeira (organizar em monte separado dos outros materiais), restos de materiais de construção (em pequenas quantidades e ensacados), integram a lista de materiais que vão ser recolhidos.

No dia da coleta, os resíduos devem estar em local acessível ao caminhão, às 7h. O volume permitido por residência é de um metro cúbico, mas ou menos o volume de uma caixa d´água de mil litros. Em caso de dúvidas, o telefone de atendimento é o 0800 6431529 ou consulte o site.

Confira a programação da coleta domiciliar de resíduos volumosos (porta a porta) de setembro:

04/09 segunda-feira - Pântano do Sul, Balneário dos Açores, Solidão e Costa de Dentro;
11/09 segunda-feira - Ribeirão da Ilha, Freguesia do Ribeirão, Caiacanga e Caieria da Barra do Sul;
18/09 terça-feira - Rio Vermelho Norte (do Muquém até Escola Municipal);
20/09 quarta-feira - Rio Vermelho Leste (da Escola Municipal até Parque Rio Vermelho;
25/09 segunda-feira - Barra da Lagoa.


Fonte: Notícias do Dia

Janot denuncia Jucá sob acusação de receber propina da Odebrecht

O delator Cláudio Melo Filho, ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht, também foi denunciado por supostamente ter ajustado e pago a propina

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou nesta segunda-feira (28) o senador Romero Jucá (PMDB-RR) ao STF (Supremo Tribunal Federal) sob acusação de corrupção e lavagem de dinheiro por supostamente ter pedido e recebido propina de R$ 150 mil para beneficiar a Odebrecht na tramitação de duas medidas provisórias em 2014.

O delator Cláudio Melo Filho, ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht, também foi denunciado por supostamente ter ajustado e pago a propina por meio de doação oficial ao filho do senador, Rodrigo Jucá, candidato a vice-governador de Roraima em 2014.

"Não há dúvidas de que o sistema eleitoral foi utilizado para o pagamento disfarçado de vantagem indevida a partir de ajuste entre Romero Jucá e o executivo do Grupo Odebrecht Cláudio Melo Filho", afirmou Janot na denúncia.

Para o procurador, não havia motivos plausíveis para que a Odebrecht fizesse doações especificamente para o Estado de Roraima. De acordo com a Procuradoria-Geral da República, Melo Filho afirmou, em seu acordo de delação, que o pagamento foi para atender ao pedido de Jucá, pois a Odebrecht não tinha interesse na atuação do filho do senador em Roraima.

Denúncia

O caso está sob relatoria do ministro Edson Fachin. Se os ministros da segunda turma do STF, da qual Fachin faz parte, receberem a denúncia (entenderem que há elementos para abrir uma ação penal), o senador e o delator virarão réus na Lava Jato. Não há prazo para essa análise.

Na semana passada, Janot também denunciou Jucá e outros caciques do PMDB sob acusação de corrupção e lavagem, em um caso relativo à Transpetro, subsidiária da Petrobras.

Conforme a denúncia, depois que foi acertada a atuação de Jucá para garantir que o texto final da Medida Provisória 651/2014 atendesse aos pleitos da Odebrecht, em 24 de outubro de 2014, a empresa doou R$ 150 mil ao diretório do PMDB de Roraima. No mesmo dia, o diretório estadual repassou esse valor à campanha de Francisco de Assis Rodrigues a governador, que tinha Rodrigo Jucá como vice.

A MP 651, no governo Dilma Rousseff, alterou regras do mercado financeiro e ficou conhecida como "pacote de bondades". Segundo a Procuradoria, Jucá apresentou 23 emendas ao texto, das quais sete foram aprovadas total ou parcialmente. Uma das alterações propostas por Jucá, porém, não passou. Segundo a Procuradoria, o senador a apresentou posteriormente em outra medida provisória (MP 656/2014) para reduzir as alíquotas de PIS e Cofins.

Outro lado

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, defensor de Jucá, disse que a denúncia "é surpreendente" porque o inquérito não havia sequer sido concluído pela Polícia Federal.

"A denúncia se dá no contexto de o procurador-geral Janot, no final do mandato, resolver atirar todas as flechas possíveis. Ele não aponta um ato específico do senador Jucá. Apenas diz que Cláudio Melo investia no prestígio de Jucá como senador", disse Kakay. O advogado refuta o argumento de que a Odebrecht não tinha interesse no Estado de Roraima.

"Esse raciocínio não tem muito sentido, ele [Romero Jucá] cuidava das questões nacionais. É um caso típico de criminalização da atividade parlamentar sem que se aponte especificamente qual seria a contrapartida [dada pelo político]", disse.

"O juiz Sergio Moro [da Lava Jato em Curitiba] falou recentemente que em casos de corrupção é desnecessário apontar [na denúncia] a contrapartida. Eu acho que é nessa linha que o procurador Janot está agindo neste final de carreira, já que ele disse que usaria todas as flechas que tivesse." O advogado disse estar confiante de que a denúncia não será recebida pelo STF.


Fonte: Diário Catarinense

INSS convocará 66,6 mil aposentados por invalidez para revisão dos benefícios em SC

Desde sexta-feira, o Ministério do Desenvolvimento Social começou a enviar correspondência para aposentados por invalidez para se apresentarem a uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e passar por nova perícia. No total, serão convocados 66.637 catarinenses nesta nova etapa.

Em Santa Catarina, já foram enviadas cartas para 2.025 beneficiários. Estão sendo chamadas pessoas com menos 60 anos e que estão há mais de 2 anos sem revisão do benefício. O Ministério do Desenvolvimento Social informa que a convocação será por etapas, de acordo com o cronograma de cada agência.

Caso tenha sido convocado, o beneficiário deverá entrar em contato com a central de atendimento ligando para o número 135 para confirmar uma data de agendamento da perícia.

No dia marcado, deverá apresentar documentação médica que justifique o recebimento do benefício, como atestados, laudos, receitas e exames. No caso de não atendimento à convocação ou de não comparecimento na data agendada, o auxílio pode ser suspenso até o comparecimento do interessado.

13,7 mil catarinenses que recebiam auxílio-doença tiveram que voltar ao trabalho

Desde que o Programa de Revisão de Benefícios por Incapacidade foi implantado, 13,7 mil catarinenses que recebiam auxílio-doença tiveram que voltar ao trabalho. Até o dia 4 de agosto, data do último balanço, tinham sido realizadas 14.474 perícias. Desse total, 83%, ou 12.082 benefícios foram cancelados.

A ausência de convocados levou ao cancelamento de outros 1.675 benefícios. Além disso, 1.767 benefícios foram convertidos em aposentadoria por invalidez, 148 em auxílio-acidente, 65 em aposentadoria por invalidez com acréscimo de 25% no valor do benefício e 412 pessoas foram encaminhadas para reabilitação profissional. No estado, 28.076 benefícios de auxílio-doença serão revisados. A economia anual estimada até agora é de R$ 214,8 milhões.

Como funciona a revisão dos benefícios

Como serei avisado?
Aposentados por invalidez e beneficiários de auxílio-doença que estão há mais de dois anos sem perícia serão convocados por meio de carta com aviso de recebimento. Aqueles que não receberão carta, podem ter problemas no endereço cadastrado no sistema. Pelo telefone 135, é possível atualizar os dados para evitar transtornos.

O que faço para agendar a perícia?
Assim que receber a convocação, o beneficiário terá cinco dias para agendar a perícia. O agendamento deverá ser feito pelo telefone 135, da Previdência Social. A ligação de telefone fixo é gratuita e a de celular tem custo de ligação local. O segurado não precisa procurar o INSS antes da convocação.

Que documentos devo levar na perícia?
O beneficiário deverá levar seus documentos pessoais, como RG e CPF, e toda a documentação médica como atestados, laudos, receitas e exames.

E se eu faltar?
Quem não atender a convocação ou não comparecer na data agendada terá o benefício suspenso até regularizar a situação.


Fonte: Diário Catarinense

CNH digital já pode ser baixada em sistema Android para demonstração

O aplicativo CNH digital, que possibilitará que o motorista apresente a carteira de habilitação em uma foto no celular, já pode ser baixado por motoristas em celulares Android, em versão de demonstração. A novidade pode ser baixada no hotsite do projeto e via captação de QR Code.

A promessa é de que, no futuro, o sistema seja disponibilizado funcionalmente para usuários de smartphones com sistemas operacionais Android e IOS. Em 16 de agosto, resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) mudou o cronograma da CNH-e.

Conforme o texto inicial, publicado em 25 de julho, a novidade só entraria em vigor a partir de fevereiro de 2018. O novo texto exige a implantação até 1º de fevereiro de 2018. Portanto, os Detrans de cada Estado vão poder começar a emitir o documento digital nos próximos meses.

Segundo o governo, o novo documento terá o mesmo valor jurídico da CNH física. A CNH-e será opcional e caberá ao condutor escolher se quer utilizar o aplicativo ou não. O usuário poderá fazer ela pelo smartphone, se tiver certificação digital, ou pelo Detran de cada Estado.

O documento terá os dados que já constam na carteira impressa, como foto do usuário, números de documentos e demais dados do usuário.


Fonte: Diário Catarinense

Após dois meses de adiamentos, TCE deve analisar pedaladas do governo estadual na quarta-feira

Depois de dois meses de adiamentos, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) deve retomar na quarta-feira o julgamento da polêmica operação contábil do governo estadual que classificou cerca de R$ 1 bilhão em impostos devidos pela estatal Celesc como doações ao Fundo Social. Apelidada de "pedalada", a prática fez com que o Estado deixasse de repassar os valores tributários que devem ser repartidos com os municípios e os demais poderes entre 2015 e 2016.

O caso chegou a ser pautado para a sessão de ontem pelo conselheiro substituto Gerson Sicca, relator do caso, mas foi retirado a pedido dele porque o pleno não estava completo. O relator apresentou seu voto em 27 de junho, quando defendeu multa para o ex-secretário da Fazenda Antonio Gavazzoni (PSD) e a devolução em até 180 dias de R$ 200 milhões para os municípios.

Na mesma sessão, o conselheiro Wilson Wan-Dall pediu para analisar o processo e defendeu que fosse feito um acompanhamento da lei aprovada no final de 2016 na Assembleia Legislativa para reconhecer a dívida gerada pelas pedaladas e estabelecer um calendário de pagamentos. Sicca avaliou em seu relatório que a lei não era suficiente para descaracterizar a irregularidades.

Em sua defesa, Gavazzoni afirmou que a operação contábil era respaldada por convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e que foi suspensa assim que o TCE questionou sua regularidade. Também destacou que a prática foi um dos instrumentos que garantiram a manutenção das contas do Estado em dia durante o auge da crise econômica. Sicca pediu a punição apenas de Gavazzoni - multa de R$ 13 mil - por entender que a responsabilização do governador Raimundo Colombo (PSD) deveria ser feita no julgamento das contas anuais do governo. O TCE aprovou as contas de 2016 em maio deste ano, em um julgamento que dividiu os conselheiros - 4 a 3 a favor do pessedista.

O ressarcimento aos municípios está sendo realizado desde junho, em 36 parcelas mensais. O débito alcançou R$ 248,7 milhões a serem repartidos entre as 295 prefeituras do Estado. A forma de pagamento foi estabelecida na lei aprovada em 2016. Calculada em R$ 130 milhões, a dívida com os poderes foi equacionada em acordo. A Assembleia Legislativa aceitou ceder por cinco anos parte dos repasses que recebe do Estado para compensar o que deveria ser pago ao Tribunal de Justiça e ao Ministério Público Estadual, enquanto o TCE aceitou ter os valores amortizados das sobras orçamentárias.


Fonte: EconomiaSC

Gasolina fica mais cara nas refinarias

Preço da gasolina nas refinarias terá aumento de 1,1% e o do diesel de 0,4%, anuncia Petrobras

A partir desta terça-feira, 29 de agosto, o preço da gasolina nas refinarias sofrerá um aumento de 1,1% e o do diesel de 0,4%. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 28, pela Petrobras e segue a nova política de ajuste de preço, que tem como base o preço de paridade de importação.

O ajuste anterior havia sido anunciado no sábado (26), com aumento de 1,2% na gasolina e diminuição de 0,7% no diesel. A nova política foi adotada no começo de julho e, desde então, os reajustes são feitos quase que diariamente. Os percentuais podem ser acompanhados no site da Petrobras.

Política de preços

De acordo com a nova estratégia da Petrobras, os ajustes de preços de combustíveis estão sendo divulgados através da internet, no site da companhia (www.petrobras.com.br/precosdistribuidoras) e nos canais internos de comunicação aos clientes.

Em julho, o Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP), após avaliação, havia decidido reduzir o preço médio nas refinarias em 5,9% para a gasolina e 4,8% para o diesel, de acordo com a política de preços da Petrobras.

A política de preços para a gasolina e o diesel vendidos nas refinarias às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação. Os novos valores começaram a ser aplicados a partir das 0h de 01 de julho.

Conforme princípios da política em vigor, a participação de mercado da companhia é um dos componentes de análise e os novos preços continuam com uma margem positiva em relação à paridade internacional, além de estarem alinhados com os objetivos do plano de negócios 2017-2021.

Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, os ajustes realizados nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso depende de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores.


Fonte: AdjoriSC

Artigo: Previdência complementar - alternativa importante para o cenário econômico atual

José Manoel de Oliveira, diretor presidente da ASCPrev

Daqui a 13 anos, o número de pessoas com mais de 60 anos ultrapassará o de crianças com idade entre zero a 14 anos. Isso vai resultar em uma virada no perfil da população brasileira como a conhecemos hoje.

Por isso, a longevidade e a falta de cultura previdenciária são temas fundamentais que precisam de mais debate - que irá gerar mudança. Para se ter uma ideia, apenas 4% dos brasileiros poupam para a aposentadoria. E esse é um dos piores índices do mundo. Imagina viver até os 90, 100 anos sem nenhuma reserva para garantir o seu nível de vida?

Desta forma, é muito importante trabalhar a educação financeira e previdenciária e fazer com que as pessoas compreendam a importância de pensar no longo prazo. As discussões atuais sobre as reformas da previdência e trabalhista nos possibilitam destacar a poupança complementar como uma importante alternativa, se não a principal, para as pessoas desfrutarem de uma renda que possibilite mais tranquilidade na aposentadoria.

É importante destacar que o cenário da previdência complementar tem mudado muito, influenciado especialmente pelo aumento da expectativa de vida. Em 2010, os idosos representavam 10% da população brasileira. Para 2050, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) projeta que 30% dos brasileiros serão idosos.

Hoje, no Brasil, são 307 entidades fechadas de previdência complementar, o sistema previdenciário fechado conta com mais de 3 milhões de participantes. Porém, os números poderiam ser muito maiores, e para isto precisamos promover nas empresas e seus colaboradores a consciência previdenciária, que tornará o nosso futuro economicamente sustentável. E esse é um dos principais papéis das entidades que integram a Associação Catarinense das Entidades de Previdência Complementar (ASCPREV).


Fonte: CNDL

Posicionamento da CNDL sobre o programa especial de regularização tributária

Tramita no Congresso Nacional a Medida Provisória (MP) nº 783, de 2017, que institui o Programa Especial de Regularização Tributária (PERT), em substituição ao REFIS, para o refinanciamento de dívidas de pessoas físicas e jurídicas com o governo federal.

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) acompanha esse debate de perto, posicionando os parlamentares no Congresso Nacional para ampliar os benefícios para os lojistas, incluindo os optantes do Sistema Simples, mesmo que para isso seja necessário propor alterações da Lei Complementar.

Na proposta do governo, é permitida a redução do valor referente à primeira parcela do refinanciamento para dívidas inferiores a R$ 30 milhões. Com relação a juros e multas, os descontos podem chegar a 90% e 50%, respectivamente. O ministro da Fazenda, Henrique Meireles, anunciou que deve estender até 31 de outubro o prazo de adesão ao novo Refis, inicialmente com data de encerramento em 31/08/2017.

“Sabemos que muitas vezes o montante correspondente ao valor dos juros e das multas supera, em muito, o valor da própria dívida originalmente. Além disso, o valor limite de R$ 30 milhões para o refinanciamento das dívidas é muito baixo. Esse valor deveria chegar a pelo menos R$ 40 milhões para beneficiar um maior número de empresários ”, pontua o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Já o parecer do relator da MP 783, o deputado Newton Cardoso, defende condições melhores para os lojistas. A proposta do relator aumenta o valor dos descontos nos juros de 90% para 99% e das multas, de 50 para 99%. O texto ressalta ainda que seja feita a redução do valor da entrada para dividas de até R$ 150 milhões, proposta que não deverá ser aceita pelo governo.

Observa-se ainda que a inclusão do benefício para os optantes do modelo de tributação Simples não consta das propostas do governo ou do relator da Lei de Conversão da Medida Provisória 783. O fato é que alterações nos benefícios do Simples devem ser feitas através de uma Lei Complementar, o que não é objeto da atual negociação.

A CNDL defende ser necessário que o governo esteja sensível às questões que impactam positivamente no setor de comércio e serviços, que é a grande mola propulsora da economia nacional.

Honório Pinheiro, Presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL)


Fonte: SPC Brasil

Dois em cada dez consumidores têm algum tipo de financiamento, mostram SPC Brasil e CNDL

19% não analisaram os juros e as taxas cobradas e 14% estão com o CPF negativado por causa de atrasos no pagamento das prestações. 17% tentaram fazer um financiamento nos últimos três meses

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país mostra que 20% dos brasileiros possuem atualmente algum tipo de financiamento e que a principal finalidade para a contratação desse tipo de crédito é a aquisição de um carro (44%).

Na comparação com o ano passado, se destaca o fato da compra de uma casa ou apartamento ter diminuído de 41% para 19% e a compra de eletrodomésticos por financiamento ter aumentado de 4% para 16%. Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a crise econômica que o país enfrenta há três anos é um dos grandes motivos: “Com uma renda menor e o desemprego em alta, os consumidores recuaram na procura por crédito a longo prazo, como a procura por uma casa ou apartamento, e os bancos também começaram a limitar esse tipo de financiamento pelo alto risco de inadimplência”, explica. “Ao mesmo tempo, a procura pelo crédito para a compra de eletrodomésticos demonstra que mesmo para produtos bem mais baratos o financiamento tem sido uma opção.”

Outros motivos ainda mencionados são a compra de motocicletas (15%), de eletrônicos (15%), móveis (14%), a reforma da casa (13%) e o pagamento da faculdade (10%).

Cerca de 17% tentaram fazer um financiamento nos últimos três meses, sendo que 8% conseguiram e 9% não conseguiram. Os principais produtos que tiveram o financiamento negado foram carro (27%), eletrônicos (15%) e casa/apartamento (14%). Já as principais razões que barraram o financiamento foram o valor solicitado maior do que a renda permitia (31%) e a restrição do nome (26%).

35% consideram as taxas de juros cobradas abusivas

Entre quem possui financiamentos, 82% têm apenas um atualmente. Cerca de 35% consideram as taxas de juros cobradas abusivas. Já a média dos que possuem é de 18 parcelas. A grande maioria (83%) não tem parcelas em atraso, mas 15% possuem de 1 a 10 prestações pendentes.

As principais garantias solicitadas para o financiamento foram o seguro (22%) e garantias de um avalista/fiador (20%).

Dois em cada dez brasileiros que têm financiamento não analisaram tarifas e juros

Sete em cada dez consumidores (71%) afirma que eles mesmos solicitaram essa modalidade de crédito, já 15% adquiriram após a oferta das instituições financeiras. Outra constatação da pesquisa é que muitos consumidores não tomaram cuidado antes de assumir um financiamento. Dois em cada dez (19%) entrevistados que tem esse serviço financeiro admitiram não ter analisado as tarifas e juros cobrados, sobretudo as mulheres (28%), e 14% não verificaram no orçamento a real possibilidade de pagamento das prestações antes de decidir pelo financiamento.

De acordo com os dados, 30% dos consumidores que estão pagando um financiamento já tiveram o nome incluído em instituições de proteção ao crédito em razão de atrasos das prestações, sendo que 14% ainda se encontram nesta situação.

“Um financiamento é um grande passo para qualquer consumidor. Mesmo que se trate de um sonho de consumo, é preciso estar preparado para arcar com este compromisso, que certamente irá impactar o orçamento e a vida financeira por um longo período”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “O primeiro passo é se planejar, fazendo as contas e considerando o valor da prestação, o prazo acordado e, principalmente, sua capacidade real de pagamento. Se o financiamento comprometer a quitação das despesas básicas, ou mesmo se a pessoa perder o emprego ou tiver uma diminuição na renda, são grandes as chances de endividamento e desequilíbrio financeiro, caso ela não se planeje corretamente”, explica.

64% fazem controle do financiamento

Considerando as instituições escolhidas para fazer o financiamento, 25% optaram por uma empresa em que já possuíam conta corrente, 22% fizeram na única que liberou o crédito e 20% escolheram a que tinha menores taxas e juros. Para Kawauti, nem sempre a melhor opção é a instituição onde a pessoa já é correntista. “Embora isso possa facilitar o processo, é importante fazer uma boa pesquisa de taxas e juros antes de escolher. Há muitas empresas e as taxas, prazos e demais condições oferecidas podem variar bastante”, indica a economista.

A pesquisa mostra ainda que 64% fazem algum tipo de controle do financiamento, sendo que 30% anotam as parcelas em caderno/agenda e 24% em planilhas de computador.

Metodologia

A pesquisa traça o perfil de 601 consumidores de todas as regiões brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos e pertencentes às todas as classes sociais. A margem de erro é de 4,0 pontos percentuais e a margem de confiança, de 95%.

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